Ao mesmo tempo em que anunciou os péssimos resultados do setor de pneus em fevereiro deste ano – queda em todas as bases de dados de todos os segmentos medidos, sendo 90,4% para semileves, 46% para leves, 54% para médios, 11,3% para semipesados e 20,7% para pesados – a Anfavea informou que o setor deve investir US$ 22 bilhões no Brasil até 2015.
Mês: Março 2012
O balanço das operações globais de vendas da Volvo Caminhões em fevereiro deste ano permite, em um primeiro olhar, ter uma noção precisa de como estão se comportando os principais mercados internacionais para os veículos semipesados e pesados que a empresa comercializa ao redor do mundo.
A Goodyear apresentou durante o Salão de Genebra um novo tipo de tecnologia, batizada de Air Maintenance Technology (AMT) ou Tecnologia de Manutenção de Ar –, que visa manter o pneu calibrado na pressão ideal mesmo quando ele estiver em movimento.
A China Rubber Industry Association (CRIA), entidade que representa a indústria de pneus na China, voltou à campo e, durante a realização de uma conferência em Beijing -, com mais de 50 delegados chineses e estrangeiros -, delimitou um dos grandes desafios da indústria local: a construção de condições que permitam ao setor adequar-se às normas globais, principalmente ao pneu verde.
As fábricas brasileiras de pneus devem ganhar uma nova e importante demanda na área de pneus nos próximos anos, gerada pelo novo acordo automotivo celebrado entre o Brasil e o México – que limita a exportação de veículos mexicanos ao Brasil em 30% na série dos próximos três anos.
A Yokohama Rubber Co. do Japão, sétima maior empresa fabricante de pneus do mundo, anunciou nesta quarta-feira, 28, investimentos de 4,4 bilhões de ienes para a construção de uma nova fábrica no estado de Haryana, na Índia.
Dos 26.409 pneus colocados à venda através de leilão promovido pela Bridgestone Firestone ontem, 27 de março, 92,1% foram vendidos, correspondendo a 24.322 unidades.
Na avaliação dos analistas da agência de classificação de riscos Standard and Poor’s, a Michelin será capaz de resistir ao debilitado ambiente macroeconômico vivido pelos países que fazem parte da Zona do Euro e tem plena capacidade para elevar sua presença em mercados que acenam com potencial de crescimento positivo neste ano, como a América do Norte e a Ásia.
Diversos fatores foram levados em conta pela agência de classificação de riscos Standard and Poor’s para a reclassificação do risco de crédito da Michelin e de seu braço financeiro.
Neste momento em que a Europa atravessa uma de suas mais graves crises econômicas, com dívidas soberanas de países importantes como Espanha, Itália e Grécia, por exemplo, sendo rebaixadas, a Michelin ganhou um belo presente da agência de classificação de riscos Standard and Poor’s, ontem.