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A Daimler AG registrou o melhor primeiro trimestre de sua história em 2012. A constatação foi feita nesta quarta-feira, 04 de abril, pelo presidente do Conselho de Administração da Daimler na Alemanha, Dieter Zetsche, em reunião trimestral com os acionistas da empresa, em Berlim.

A MWM International, uma das mais tradicionais fabricantes de motores do mundo, tem dois motivos para comemorar. O primeiro é a inauguração de sua nova fábrica, em Canoas, no Rio Grande do Sul, realizada na última sexta-feira, 30 de março.

Depois da Nissan, a Volkswagen foi a mais recente montadora com unidades no Brasil a anunciar a consolidação de seu plano de investimentos no País. Por trás disso estão duas coisas: o acordo automotivo celebrado com o México, que limita a importação de veículos daquele país ao mercado brasileiro, e de outro, a costura de um acordo com as lideranças sindicais.

Ao mesmo tempo em que anunciou os péssimos resultados do setor de pneus em fevereiro deste ano – queda em todas as bases de dados de todos os segmentos medidos, sendo 90,4% para semileves, 46% para leves, 54% para médios, 11,3% para semipesados e 20,7% para pesados – a Anfavea informou que o setor deve investir US$ 22 bilhões no Brasil até 2015.

Os Estados Unidos são o maior mercado do mundo no segmento de veículos de transporte de carga e passageiros e registrou avanço 13,04% nesse mercado entre 2010 e 2011, um desempenho acima da média em relação aos demais 40 países que fazem parte do seleto grupo de nações produtoras de veículos.

Um olhar sobre as importações de autopeças no Brasil – feito pela Consultoria Tendências entre 2000 e 2011 -, mostra que a participação da entrada de produtos oriundos da Alemanha, Japão e Estados Unidos perdeu fôlego, enquanto as aquisições de produtos da Coréia do Sul, Tailândia e China passaram a representar 15,4% das autopeças, acessórios e componentes da balança comercial do setor, boa parte deles em pneus.

Se de um lado a venda de caminhões Scania no Brasil em 2011, principalmente a partir do quarto trimestre, tornou-se “menos dinâmica”, já os negócios envolvendo ônibus foram ótimos: a demanda no mercado latino americano para a venda de ônibus cresceu 33%, mas a empresa destaca em seu relatório que o desempenho no mercado brasileiro foi bom até o momento da transição de motores Euro 3 para Euro 5.