Impactos com inflação, custos trabalhistas, menores vendas de pneus em volumes, aumento de custos de matérias-primas e conversão cambial desfavorável foram os fatores elencados pela Goodyear Tire and Rubber Company para explicar o pior desempenho obtido em seus mercados de atuação no segundo trimestre de 2012: a América Latina.
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A crise que afeta os mercados da Europa pesaram sobre os resultados de desempenho da Goodyear Tire and Rubber Company no segundo trimestre de 2012.
Os negócios na Ásia foram os que resultaram em menores perdas para a Goodyear Tire and Rubber Company no segundo trimestre de 2012. Entre os destaques apontados pela empresa para explicar tal desempenho estão questões que envolvem a cesta de moedas – relação cambial – bem como a paralisação temporária de sua fábrica na Tailândia, afetada por inundações.
A América do Norte foi o grande mercado para a Goodyear Tire and Rubber Company no segundo trimestre de 2012. Foi a única região de atuação da empresa em que as vendas cresceram na faixa de 2% em relação ao mesmo período do ano passado.
Apesar de exibir um resultado de vendas no primeiro semestre inferior ao mesmo período do ano passado – foram US$ 10,7 bilhões no primeiro semestre de 2012 ante US$ 11 bilhões no primeiro semestre de 2011 -, a Goodyear Tire and Rubber Company apresentou um segundo trimestre de resultados excelentes, principalmente no mercado norte-americano.
A Goodyear Tire and Rubber Company fechou o primeiro semestre do ano com vendas totais de US$ 10,7 bilhões, número que veio 8% abaixo dos US$ 11 bilhões apurados em igual período do ano passado.
A Continental A.G., anunciou na última sexta-feira investimentos de US$ 36 milhões na ampliação de seu centro de pesquisas e desenvolvimento em Cingapura.
A Goodyear e a Titan acertaram um novo acordo para as operações no Brasil. A partir de agora, a Titan ira produzir e comercializar os pneus diagonais da Goodyear na América Latina, voltados para aplicação em caminhões, ônibus e picapes, um negócio estimado em US$ 300 milhões por ano (US$ 148,7 milhões).
Após apurar os números do primeiro semestre, a Michelin reviu alguns de seus posicionamentos estratégicos para o segundo semestre do ano. Dentre eles, vale destacar o fortalecimento da meta de redução das despesas de capital em 2 bilhões de euros (US$ 4,973 bilhões).
Em informe ao mercado nesta sexta-feira, 27, a Michelin, a segunda maior produtora de pneus do mundo, relatou tem registrado aumento de 4,7% nas vendas do segmento de pneus para passeio. No segmento de distribuição, as receitas geradas foram de 5.501 bilhões de euros ao longo do primeiro semestre do ano, o equivalente a US$ 13,679 bilhões.